Adeus, Ferreira Gullar

Morre o poeta Ferreira Gullar.
São Luís, 10.09.1930 – Rio de Janeiro, 4.12.2016
Punho eterno. Caneta cósmica.
A poesia eterniza o poeta.





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boca capricho

abre
a boca
e fecha
os olhos

(pode confiar)

cala
a boca
já morreu
quem manda
nessa louca
(você)
sou eu

te peguei
com a boca
na botija:
vou pôr
a boca
no mundo:
me chamarão
de boca suja
por isso:
cairei
nas bocas
da vida

esses bocados
consomem
um bocado
de nossas
vidas

haja boca

- J.Castro

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