Arquivos Mensais: agosto 2014

NÃO CHEIRO

agosto 27th, 2014 (Nenhum comentário)

- você cheira cocaína. – não cheiro. – então por que você vai tanto ao banheiro? – eu tenho uma bexiga de menina. – você cheira cocaína e é um machista babaca. – posso ser machista, mas não cheiro cocaína. – eu tenho certeza que você cheira cocaína. – então taí uma boa hora pra […]

cadernos em crise

agosto 25th, 2014 (Nenhum comentário)

mimimi

agosto 25th, 2014 (Nenhum comentário)

MIMIMI meu repertório de tristezas está chegando ao fim e já não consigo mais criar assim do nada pensamentos melancólicos cunhados numa etimologia antiga sobre o mais puro sangue negro ninguém mais tem saco pra aguentar ou entender a tristeza alheia mimimi é que se o melancólico não for muito criativo na sua falta de […]

AFTERBUK

agosto 25th, 2014 (Nenhum comentário)

AFTERBUK eu não tenho um pássaro azul e não sei o que é ser poeta passarazul quais pássaros vão para o sul? por que não fui ser atleta? todo taful a rima pode parecer velha e, muitas vezes, até mesmo gasta mas tem quem aconselha tem muita gente que é entusiasta métrica não dá métrica […]

DIA, É O SEGUINTE

agosto 25th, 2014 (Nenhum comentário)

DIA, É O SEGUINTE o dia seguinte poderá ser o dia da ressaca (e eu acho até que todo dia seguinte deveria se chamar a partir de agora de dia da ressaca). o dia seguinte pode ser que nem chegue a existir. o dia seguinte poderá ser (vai saber?) idêntico ao dia anterior (tremendo desperdício […]

decepção

agosto 19th, 2014 (Nenhum comentário)

o há existe

agosto 19th, 2014 (Nenhum comentário)

O HÁ EXISTE você quer que eu use a poesia (esta coitada) para fazer coisas que você não tem coragem de fazer sozinha? eu coloco essa maldita da poesia (num limpo esplendor) em todo lugar mesmo com esses meus poros implosivos que se fecham no primeiro sinal de qualquer última ameaça. boto verso sobre verso […]

SUPERBUNDANDO

agosto 19th, 2014 (Nenhum comentário)

SUPERBUNDANDO Não há razão para o tormento, não há razão para o momento, não há razão para o acontecimento, não há razão para as rimas e não há razão nem mesmo para a razão. Ela mesma. Somos superabundantes em explicações mas continuamos meio que bundando, mergulhados em tolas suposições: superboiando. Eu sento e escrevo com […]

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