Arquivos Mensais: agosto 2015

não fuça

agosto 31st, 2015 (Nenhum comentário)

você fuça. e perde o seu tempo. está aí uma profunda questão da modernidade: o fuça-fuça de perfis em redes sociais. coisa que já merece tratados filosóficos. sobre os tempos perdidos fuçando perfis de amigos nem tão amigos assim: eles (os tempos) não voltam. é tempo perdido mesmo: você nunca mais o acha. estamos preparados […]

analogias mitológicas

agosto 31st, 2015 (Nenhum comentário)

superemos: as mesmas analogias, as frases feitas, as discussões inúteis, os poemas ruins. não tratar a poesia como uma compilação banal de frases prontas e tiradas tontas com uma única missão em mente: conseguir curtidas e compartilhamentos. menos analogias, mais mitologias, por favor. – J.Castro

bílis no comentário

agosto 31st, 2015 (Nenhum comentário)

o casal

agosto 26th, 2015 (Nenhum comentário)

Está lá, na mesa próxima, o casal que não conversa. Não os julgo. Falar pra quê? São antigos cúmplices, orgulhosos do silêncio afetuoso. Mas a espertinha da mesa ao lado, que muito gosta de julgar, está lá a comentar: – Mal se falam. Que casal triste! Acha que não faria o mesmo numa situação similar. […]

solta a frase

agosto 26th, 2015 (Nenhum comentário)

fico exposto

agosto 25th, 2015 (Nenhum comentário)

choque de adrenalina. estourando no peito. o coração batendo: naquela velocidade. caindo acelerado nas contrações dos músculos nervosos. entrando nos tecidos mais moleculares de suas carnes: expostas. fico aberto. fico nervoso. fico exposto. eu queria mesmo que as adrenalinas tomassem conta. eu só não queria que essas fossem minhas últimas palavras. acordar num aquário de […]

desisto

agosto 25th, 2015 (Nenhum comentário)

não exija demais da minha paciência. eu já lhe disse: sou pura desistência. não, isso não é um aviso. é um lembrete. tem diferença? pra mim tem. é um lembrete, daqueles que deveriam estar num post-it, colado aí nessa sua parede encardida. aí você acordaria com o maldito bilhete bem do seu lado e nele […]

não consumado

agosto 20th, 2015 (Nenhum comentário)

Eu fico de terceira pessoa, meio de butuca nas coisas alheias, um testemunho dos momentos não consumados. O olhar não consumado. Há uma troca de olhar não consumado em cada esquina. Isso cria um problema, pois é preciso entrar nas curvas das ruas com o olho esperto, para não cair numa cruzada de olhar que […]

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