Arquivos Mensais: setembro 2015

polaroide fingida

setembro 30th, 2015 (Nenhum comentário)

fico de olho na parede concentrando a minha sede num raio laser de ócio furioso: foco-pensamento cravado no ponto da inexistência e continuo assim e ficarei assim até que a parede se manifeste com suas manchas e rachaduras e até mesmo um desmoronar sobre mim: e espero as manifestações dessa espera na minha pessoa as […]

repete aí

setembro 30th, 2015 (Nenhum comentário)

você me diz o quão repetitivo eu sou. acho graça. como seria possível alguma coisa no universo sem a repetição? você acha que a vida só existe por quê? repetição. o resto é fluido. água, suor, lágrima, sangue: os sumos do corpo. e os erros que tanto insistimos em repetir e que ainda repetiremos infinitas […]

descurto

setembro 29th, 2015 (Nenhum comentário)

o facebook não precisa do botão para descurtir. ele já existe. é o botão para curtir. com suas infinitas utilidades. pois todo mundo já recebeu uma curtida indevida na vida. a curtida com cheiro e jeito de descurtida. a curtida da ex-namorada. a curtida do amante sacana. a curtida do invejoso de plantão. a curtida […]

casos de família

setembro 28th, 2015 (Nenhum comentário)

família lá. família cá. existe por aí uma supervalorização da ideia de família. nem toda família é boa. essas pessoas que defendem a ultracaretização do conceito de família também tiveram suas famílias. foram elas boas ou ruins? sei lá. não farei o mesmo que os ultracaretas. não meterei o dedo na família alheia. não me […]

somos caos

setembro 28th, 2015 (Nenhum comentário)

no limite das ofensas a quase memória transforma amor em tempestade: somos perdição e caos

tá vesga

setembro 27th, 2015 (Nenhum comentário)

golpista impossível

setembro 27th, 2015 (Nenhum comentário)

VIVER E ESCREVER

setembro 27th, 2015 (Nenhum comentário)

VIVER E ESCREVER No meio da zona procuro os ontens. Seria mas fácil esquecer. Minha consciência flutua pelas lombadas dos livros, tão esquecidos. E vejo os poemas improváveis, ali sorrateiros, ali escondidos. Entre as pilhas dos mortos está a mente luminosa. Procuro ainda: os olhos tóxicos, a intensidade do gênio, a queda da moralidade. Não […]

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