OS POETAS DO MILHÃO

VANER MICALOPULOS

Cineasta, escritor e poeta (porque é legal separar o escritor do poeta), é o editor deste site, deste blog, deste fanzine, deste cordel, deste folhetim, deste portal, desta completa falta de palavras para descrever o que é isto. Tá bom, pode chamar de blog, mas não deixe esta definição tacanha esconder o fato de que tudo aqui é movido por poesia. Pura poesia. É um renascer, uma reivindicação, porque os donos do mundo são os poetas, pois ele, o mundo, pertence a quem o entende e não existe melhor “veículo” (eu ia dizer “técnica”, mas ninguém entende a técnica; todo mundo finge que entende , mas é mentira)  para isso do que a poesia. Lembremos que a filosofia nasceu da poesia.

Mas a filosofia está caduca, não está?

Está; e é por isso que a poesia voltou aí para salvá-la.

Como disse a irmã do Caetano, “o mundo precisa de poesia”.

Mas a poesia não precisa de um milhão.

A poesia não precisa de nada.

Nós é que precisamos dela.

GIOVANNA ZAMBIANCHI

Fotógrafa, roteirista, escritora, cineasta. Garota de muitos talentos e sintomas. É sintomática, no bom sentido da palavra. Quem não tem sintoma, está morto.

Junto com Vaner Micalopulos, assina os vídeos que jogamos com muito orgulho na internet. Vídeos suaves, sensuais… sintomáticos.

MICHEL CONSOLAÇÃO

Michel é lerdo e este texto era para ter sido escrito por ele, porque ele pediu assim. Pediu também uma semana para isso, já se passaram duas, então imaginamos que não deve ter problema.

Michel é figura moderna, vamos dizer assim, e nós já sabemos que ele vai odiar quando ler isto. Mas acho que é uma boa punição pela semana de atraso por um textinho tão babaca. Ainda bem que suas poesias já estão guardadas na gaveta do editor (sim, gaveta, Michel é moderno, mas ainda escreve na mão).

Além disso, Michel faz umas besteiras pixeladas com vídeo, achamos que é o que as pessoas chamam vulgarmente de “videoarte”. E é designer também.

Ok, Michel, já foi, não precisa mais. A gente não muda o perfil, ok?

JOTA CASTRO, IMPRAEPUTIATUS

Escritor, poeta, fotógrafo e, como ele mesmo pediu pra salientar, “designer de mentira”. Promove uns passeios pela delicada área da imagem em movimento, “mas bem de longe”, segundo ele de novo.  Já morou em Nova Iorque e na Grécia. Agora está no Brasil, lugar, segundo ele, de onde nunca deveria ter saído em primeiro lugar.

O “Jota” é de James, mas ele pediu pra não falar isso.

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