piratas que somos

acabouvento

e então: tudo para. estranhamento inicial. há muitos meses que não parávamos. éramos fluxo constante. mas agora paramos. um certo enjoo. uma náusea provocada pela fixidez. piratas que somos. em nossas brincadeiras de cama, nossos banhos longos e cantorias alucinadas nas madrugadas salgadas. e agora paramos: acabou o vento, acabou a amizade. é simples assim? fomos simples. fluxopiratas que nos contentávamos com qualquer tesouro chinfrim. mas que nos dávamos bem mesmo assim.

- J.Castro





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